Por que uma cultura organizacional forte pode melhorar a minha empresa?

Pessoas.

Para crescer, empresas precisam de pessoas. Muitos empresários não são empreendedores, mas aqueles que são estão sempre buscando melhorar a sua condição interna (mental), bem como o ambiente em que vivem. O empreendedor cansa, mas trabalha muito para sempre melhorar e superar os desafios. Ele é líder e não chefe, porque vive de exemplos e não de ordens.

Existe um MEME na internet que destaca muito bem como não se deve agir:

Nunca seja este tipo de profissional! Por mais que seja um MEME, alguns empresários ainda pensam dessa forma e, no final, apenas conseguem prejudicar os colaboradores e, principalmente, seus clientes.

Tente ser um líder sempre. Geralmente, este perfil de empresário (líder) busca a criação de uma cultura organizacional forte, para tracionar e escalar o negócio. Investem em gestão de pessoas, inovação, qualidade de trabalho, política de remuneração e plano de carreira claros e objetivos e, com isso, consegue manter junto de si os melhores profissionais, atraindo talentos que buscam qualidade acima de um bom salário.

Empresas que visam expansão precisam se manter competitivas no mercado e, com a globalização e tecnologia de hoje isso se dará sempre com a atração daqueles que se sentem bem no ambiente de trabalho, que se sintam donos da companhia, que agem com criatividade e moram (perdoem o clichê) fora da caixa.

A cultura organizacional pode ser considerada como um lado humano das empresas, que envolve linguagem, comunicação, valores, boas práticas, métodos, procedimentos e princípios. 

Pensar sempre no colaborador reflete naquela máxima de que o “cliente está sempre em primeiro lugar”. Lembre-se que um colaborador feliz irá trabalhar da melhor maneira possível, encantando o cliente e fazendo com que ele se sinta bem!

Além de estabelecer um ótimo ambiente de trabalho, a cultura organizacional é a responsável por diminuir o risco de passivo trabalhista da empresa, tendo em vista que as ferramentas utilizadas para a criação das regras objetivas de convivência são, antes de mais nada, amparadas pela normas legais em vigência no país, pois de nada valeria a existência de um bom “clima” empresarial, com redução de direitos dos colaboradores.

E o que um advogado pode ajudar nisso?

A dor existe. O empresário empreendedor sabe o que é preciso fazer, mas ele não consegue tomar todas as decisões sozinho e, não raro, não possui condições técnicas para a adoção das medidas necessárias.

Com isso, é muito importante contar com profissionais que entendam o lado empreendedor, que vivem isto no dia a dia e, sobretudo, entendem de negócios e não somente das normas criadas aos montes em nosso Brasil.

Em nenhuma empresa, um advogado, focado na prevenção e na criação de uma cultura organizacional forte, conseguirá alterar o cenário da noite para o dia. O trabalho é feito aos poucos, com medidas e aplicações de ferramentas novas, adequando a realidade da empresa, apresentando soluções e treinamentos necessários para que toda a organização, da base ao presidente, possa compreender o objetivo final do plano.

Não existe modelo, não existe fórmula mágica. Cada companhia trabalha de uma forma e reage diferente aos novos estímulos e o profissional que estiver à frente das implementações precisa ter o máximo de empatia para a aplicação e, principalmente, sucesso na empreitada.

Você, empresário e empreendedor, já chegou na conclusão que a “cultura engole a estratégia no café da manhã?” (Peter Drucker – o pai da administração). Isso pode ser que seja o tempero para seu crescimento.

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